As 3 leis que regem o universo

“Lá vem de novo, mais bobagem por trás de um título enganoso feito para chamar a atenção do povo!” Você pode estar pensando isso, mas quando chegar ao final deste artigo, você dirá: “Eu não pensava que fosse tão simples assim!”

Mas é sim; para controlar as pessoas melhor, rebanhos de egos desmesurados se revezaram durante séculos para fazer você girar em círculos, usando a técnica da cortina de fumaça, o que chamamos em francês de “afogar o peixe”. Essa expressão é muito conhecida no nosso país, mas raramente é realmente entendida.

O primeiro pensamento que vem à mente sobre esta expressão é a imagem de alguém nos inundando com tantas coisas ao mesmo tempo que acabamos perdendo o fio principal da discussão. Essa técnica é usada quando nós perdemos terreno, ou seja, achamos que é melhor mudar de assunto antes que o outro descubra os nossos limites, ou a nossa incompetência a fornecer uma resposta correta e viável.

É, portanto, uma técnica muito usada, e é por isso que todo mundo a conhece; porém, se observamos os termos usados ​​e analisarmo-los com um pouco de recuo, essa técnica simplesmente significa: “Eu vou lhe asfixiar com seu próprio oxigênio”.

Confrontados com o absolutismo dos religiosos que proferiam “misteriosos são os caminhos do Senhor”, alguns rebeldes notórios tentaram combater a lavagem cerebral que transformava as pessoas em ovelhas bem obedientes. É por isso que nós associamos o conhecimento com o poder. Nessa época, quem sabia, dominava o resto!

Hoje, quase se pode dizer que quanto menos sabemos e mais chances temos de sobreviver. É a nossa diferença que fará com que estejamos detectados, porque ser um anônimo básico no meio dos batalhões de pequenos soldados de chumbo iguaizinhos, fica a cada dia menos legal…

Então, quais são essas três leis que regem o mundo? Vou contar uma pequena história da qual tenho o segredo…

Um dia, o Bom Senhor, em sua suprema sabedoria, pensou: “Se eu sou todo-poderoso, quem sabe tudo, quem é tudo, então por que estou tão entediado? Qual é a utilidade da eternidade, do poder e da potência, se no final eu fico coçando o umbigo?”

“Porém, como que eu vou conseguir me conhecer sem criar o que não existe? Como posso estar em algum lugar desde que eu estou em todo lugar?” A ideia (e eu acho que ele teve que ficar algumas eternidades nessa fase) foi ser capaz de se localizar dentro do “inlocalizável”. Como? Ao aplicar a primeira lei:

A lei da gravitação

Isso consistiu em criar, primeiro em um único ponto, uma força suficiente para compensar a não-força ao redor. Lembre-se, tudo deve estar em equilíbrio, e é assim que a primeira noção de dualidade nasceu.

Ficou ótimo, porém, como de costume, o lado operacional mostrou algumas inadequações conceituais. De fato, como diferenciar uma força da sua força complementar e oposta? Tinha que ter uma fronteira em algum lugar! Tinha que ter um espaço identificável para definir o espaço que não era!

Então o conceito do interior trouxe o do exterior. A primeira dualidade identificável nasceu, mas outro problema apareceu logo: como se pode separar o que não existe? Claro, tudo isso era conceitual, teórico, virtual, então obviamente era necessário passar para o segundo estágio: criar algo que não era virtual – em suma, criar a matéria.

“Mas como criar a matéria desde que eu sou pura energia?” Foi aí que surgiu a solução seguinte: “Eu vou dividir minha energia em duas polaridades iguais e opostas, do mesmo jeito que eu fiz para o vazio e o não-vazio!” Brilhante, não é? Sim, mas ainda não era suficiente!

Porque onde eu vou criar esta matéria desde que o espaço não existe? O espaço deve, portanto, estar associado a um campo energético polarizado. Então, eu vou começar a partir do ponto central, onde serei capaz de concentrar minha energia; será necessário que, a uma certa distância, haja uma quantidade equivalente de energia, porém polarizada inversamente com a do centro.

Assim nasceu a noção de espessura, dentro e fora.

Para resumir, ele imaginou o átomo de hidrogênio. Um núcleo simples no centro (de polarização positiva) mantendo em órbita esférica sua contrapartida energética (de polarização negativa) que chamamos de elétron. O primeiro átomo tinha nascido!

Mas isso ainda não era suficiente. Eu vou lhe poupar dos detalhes técnicos e históricos; resumindo, foi descoberto que para evitar uma confusão gigantesca, ficou acordado que era necessário estabelecer o conceito do tempo para entender que uma reação levava para uma outra.

Assim, nos universos materiais, sempre há uma noção de tempo, enquanto fora dessas esferas da matéria, o tempo não existe (já que não há matéria!). Portanto, a lei da gravitação é a primeira lei cósmica que diz: cada partícula de matéria (ou átomo) ficará mais ou menos próxima ao centro de gravidade, de acordo com a sua densidade, ou seja, seu peso electrónico (tabela periódica de Mendeleev) e, portanto, do volume de espaço que ocupa.

Um átomo é dito pesado quando ele tem muitos elétrons (e as suas contrapartidas no núcleo). É por isso que os metais são ditos pesados enquanto os gases ​​são bastante leves.

Para evitar a tonelada de comentários por leitores indignados com a minha incursão no campo da física, deixa eu lhe lembrar que eu sou um físico tentando explicar as coisas de forma simples, e que eu uso muitos atalhos grosseiros!

A segunda lei é a lei da atração

Ela decorre do princípio de dualidade acima estabelecido. Somente os átomos que têm algo para compartilhar e que pertencem à mesma “família” serão atraídos uns pelos outros. Não tentaremos casar, neste nível, a carpa (peixe no elemento água) e o coelho (animal terrestre evoluindo no elemento ar).

A terceira lei é a da ressonância

Isto significa que o movimento da energia de um irá acelerar o movimento da energia do outro, dando-lhe energia adicional sem que o outro perca energia. É, portanto, o estilo da fórmula 1 + 1 = 3, porém capaz de ir ao infinito, isto é, materialmente até a autodestruição do próprio sistema. Este fenômeno é conhecido pelo nome popular da rebentamento.

Tudo bem, porém como tudo isso me ajuda no dia a dia? Bem, eu vou explicar como esta trindade de leis (conhecida como a justiça de Deus) faz o seu trabalho para resolver os principais problemas do caos generalizado.

Pequenos parênteses: se você acredita que um deus está observando você, anotando tudo o que você faz ou pensa, confia em mim, ele tem mais o que fazer, e seria simplesmente insustentável. É por isso que essas três leis são chamadas de justiça de Deus. São essas leis que governam todos os domínios, do infinitamente pequeno ao infinitamente grande!

Se você violar essas três leis, fazendo misturas sem respeitar a hierarquia, você será simplesmente esmagado. Nós não podemos ser mais fortes que o próprio universo. Isso lembra uma citação de alguém muito famoso que disse: “Quem não está comigo está contra mim”.

Foi apenas para dizer, entre outras coisas, que a criação não gosta dos mornos, dos indiferentes e dos indeterminados. Você tem que fazer uma escolha porque, ao não fazê-la, você não pode continuar a existir. O universo é dual como o 0 e o 1, o sim e o não. Se você não decidir, a mecânica decidirá por você!

Voltando ao cotidiano, seguinte as leis da gravitação, você estará no plano correspondente à sua densidade. Depois, neste plano, você será atraído ou não por entidades compatíveis com sua densidade. Uma vez atraído, a lei da ressonância poderá entrar em ação com um número ainda menor do que antes. Vejamos isso abaixo com um exemplo no nível profissional.

Se a sua especialidade é a eletricidade, você vai procurar trabalho nesta área. Você conhecerá pessoas que falam a mesma língua que você, porém haverá apenas uma minoria pela qual você se sentirá atraído. Então, finalmente, entre estes, você pode ter a oportunidade de ressoar e sentir afinidades reais (em suma, criar amizades verdadeiras).

Agora, se você estiver tentando atrair alguém que é especializado em literatura, você vai se sentir fora do lugar e então não poderá esperar sentir atração, e muito menos ressonância.

Em geral, o ser humano é um pouco mais complicado do que um átomo em sua concepção, existem muitas possibilidades que não posso abordar aqui. Mas os sintomas são claros:

Se você não estiver no lugar certo e com as pessoas certas, você acabará pagando um preço alto: primeiro em termos de energia (saúde), em termos emocionais (frustração, raiva, amargura e assim por diante), em termos profissionais (e então financeiros), em termos intelectuais e filosóficos.

A harmonia de uma pessoa é, de fato, apenas a harmonia desses cinco planos primordiais, não apenas entre eles, mas também de acordo com o exterior. É, portanto, uma questão de sentir, primeiro em cada nível, se estamos na boa “densidade” a fim de encontrar as pessoas certas e obter ressonâncias “agradáveis” (que trazem alegria).

E segundo, de saber se cada plano é vibratóriamente compatível com a sua estrutura genética. Porque cada vez que você tentar atingir uma frequência que não é adequada para você, isso inevitavelmente resultará em uma perda de energia e, portanto, uma autodestruição mais rápida.

Estar em paz significa simplesmente estar atento a cada um dos seus planos e fazê-los coincidir com o que foi planejado para o seu veículo. Não se dá um 4 × 4 ou um Fusca para alguém que quer experimentar a Fórmula 1.

Você precisará escutar seu corpo (sensações, instintos), seu coração (emoções, impulsos) e suas intuições para que sua mente possa atender os diferentes pedidos.

Então, pare de acreditar que é a sua mente que decide tudo e que é ela o chefão que manda. Não, ela é apenas aquela que registra, lembra e coordena para servir um corpo, uma alma e um espírito em um ambiente em mudança constante.

Sua mente é seu pior inimigo. Aqueles que estão do lado de fora são apenas amigos que te querem bem mas, como acreditamos o contrário, chamamos para nós aqueles que pensam a mesma coisa (lei 1, lei 2 e então infelizmente lei 3 quando você acredita com muita força).

Você atrai o que você teme, então agora que você conhece as 3 leis, você não tem mais a desculpa do “eu não sabia”. Se você não quiser mais apanhar, fique mais leve para mudar de densidade. Se você estiver num avião, a espada do gladiador não pode lhe atingir!

Se você não sabe nadar, não tente se tornar um peixe. Vê se consegue ser um coelho, um cavalo e se ainda não rolar então vê se você não é uma mosca, uma joaninha ou uma águia. Não tente viver em um ambiente que não é para você, porque você vai arriscar sua pele! Este é o nível da densidade.

Depois, se você for um peixe de água doce, tipo alburno ou pardelha, você não será atraído por um lúcio ou uma perca-sol (lei # 2 – atração). E finalmente, se você for um entre os outros no meio do cardume de peixes, você provavelmente irá encontrar uma ressonância com um outro para trocar as ideias que importam para você (lei # 3).

Mas se você, alburno, tentar copular com o lúcio ou a carpa, você entenderá que é bem difícil, mas se além disso você quer ser o coelho ou o pássaro que você vê se desalterando na beira da sua lagoa, dá para entender que você está enfrentando sérios problemas existenciais!

Então, está pronto para regularizar algumas situações que vêm à sua mente?

Laurent DUREAU

Artigo originalmente publicado no blog Booster Votre Influence no dia 13 de fevereiro 2008 e atualizado no blog 345D no dia 12 de maio 2012. Traduzido do francês.

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